13 janeiro, 2018
URGENTE!!! Ministra delata presidente de estatal envolvendo mensaleira
Direto de Brasília, Suely embarcou nesta Quinta (12) à Unidade Semiaberta de regime para saudar a juíza tucana, numa demonstração de apoio ao condenado, o que desagradou Tieta (PSOL-BA), em nota oficial: "Não podemos mais compactuar com esses canalhas, todos vergonhosamente processados por lesa-pátria. A juíza dispõe de todos recursos cabíveis para estar vindo futuramente a homologar semiaberto, sem conformidade nenhuma com tais aloprados. É inaceitável empossar uma anta como essa para cargo de confiança."
Como já era de se esperar a declaração causou desconforto na oposição. Segundo nota emitida pelo gabinete da porta-voz púbica, Tiaga Alencar estava nessa mesma tarde investigando possível desembarque, discreto e gradual, de possíveis declarações eróticas: "A ministra tem o legítimo dever de gozar do cargo, o que nos importa na atual conjuntura é averiguar se cabe nova contratação de equipe, e não condenar um vereador inocente por suas preferências de foro íntimo. É um absurdo! (...) Assim fica bem claro o porquê da diligência ao veto de tais medidas."
Gorete dos Milagres (DEM-OS) arquivou pedido da cândida virtual. Foi necessário mais corte de cargos na emenda constituinte, visto que a juíza decretou falido o projeto petista, enviado ao Congresso sob vaias, na noite de apuração. Eram frágeis licitações sem aval de propinoduto, via de regra restavam brechas no texto final, pautas e putas deram o cu na última sexta, no Palácio do Jaburu. Tiaga achou exagerada a abordagem, exigindo transparência na buceta do deputado. Pode ser viável uma xota raspada sem muito prelo, em primeira audiência ao trensalão sem-teto.
Katyfunda da Silva
direto de Brasília pela Reuters®
24 junho, 2011
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inferno dreams of you não atravessam vazio sem trazer vício.
Cruzo com pessoas do passado e não posso mentir: aos poucos me visto com tudo bem sobre tudo mal. Viro rosto ao quebranto, tatuo dedo médio
(na nuca)
Tudo o que eu queria era estar perto do que sobrou da minha família e descubro update: não te interessa!11.
Cada dia que passa é como se eu envelhecesse 1 mês, principalmente agora que estou sem meu cão Theo. Tive que doá-lo para que não fosse maltratado
(na minha ausência)
Quebranto: depois de tentar me adaptar ao ar da sacanagem, associando "verdadeira razão de tudo", fico parado e cabisbaixo, na esquina. Me persegue olhar misto de presunção, desejo y estranhamento. Tal campana cármica sepulta saídas para liberdade imaginativa - refém da arbitrariedade
(alheia)
Se isto é tá na pior, imagina o q é tá dentro dos arabescos de alteridade, florindo nojo vicário. Caio na armadilha da ridicularização
ao sorrir toda vez que há distração
(merda)
Arabescos d'alteridade: dramatizo ponto de partida dessa cousa em oficina com teatro da vertigem. Me sinto really à deriva de cascatas de nariz, arco-íris de cumprimento, horizonte de vozes, ventania de beijos...
É claro que não consigo manter o axé. Nunca consigo manter porra nenhuma na minha vida. Se ao menos pudesse viver de teatro, entre pessoas com as quais me identifico, iria conviver de bouwa c/ essa nuvem
(negra)
Corta: cidade atrás dos olhos
estamira: admirável mano novo: exteriorizo: imagino: vejo: vislumbro vazio: vórtex:
morte
(.)
28 setembro, 2010
ressurreição
Perguntei pra profissional se ela fumava, daê qual marca, daê se era box ou maço, curto ou longo. Nada mais foi dito, nada mais me lembro, nada além de nada.
Acordei na CCMQ. Fizeram um lance imitativo de virada cultural mas, sei lá, estilo carta me remete a Caê na peça de Virginia Woolf.
Adoraria contribuir de alguma forma underground, pois ninguém precisa saber diferença entre dia e noite no olhar de insistentes traumas/nirvanas adictos como amor de perdição, tá. Pense duas vezes: você quer ler a vida? com quem e/ou com o que você lê? você gosta de ler? Ou a leitura obrigatória do vestibular de 2005 te fez acreditar que outro mundo é possível?
07 fevereiro, 2009
próximo
FOGO! escravo das paredes até transformação em mestre, é, transgressão da pausa vigilante, ininterrupta.
Levem em conta o blecaute do último episódio, queridos: interferências mil chacoalham olhos dentro das caveiras -de maneira bem sustenida- pra encorajar o tal do entrevistador,,, meu bem...
Fortalecidos, digo, fortalecidas, interferências entopem, devagar:...
__ Vá com calma, é minha primeira vez...
Estilo brutality sem interrogações e/ou pano de fundo lost mortal kombat, honey : nenhum paparazzi vai ficar atrás desses vultos (infantis), que se arrastam... se martirizam etc. Sedimentados por bolhas elétricas, veja só, dias que nunca chegam tocam os primeiros acordes da nova paisagem: olhe para as nuvens, snif, pausa, no ar: mais um arame a emanar miséria dum começo de tarde rural.
Ok, o novo plano é lá perto do conflito pela terra santa e é Dulce quem primeiro estranha o break não contido no script:
__ Pessoal... Onde estamos?.
Ah, minha filha, se sua língua enrolasse outras línguas (mínimas), suco logopéico (dança do intelecto entre as palavras, cíclicas) não aborreceria o céu de nossas bocas: entrevistador tenta não pensar em maneiras milagrosas de combate aos bigodes chineses: se equilibra. Entre escombros seu rosto vê as sombras: calmas, caladas, elas se aproximam:
__ O que vocês querem?.
Não à toa, balões sobre serpentes inflam lá na praia, quando os 4 se vão, vão!!! Deu!!!. Chega!!! Sem palavrões por favor... Era festa, esse clima de réveillon...
__ Não é você, é o que ELES querem que eu seja...
__ Quem?.
__ Esses que tão aqui atrás...
__ Ah... tah...
Vai sombrinha amiga, fica comigo esta noite, não me abandona nunca mais, juntos beberemos da fonte da juventude, nos banharemos na água fedoreinta antes que cenobitas do purgatório destruam o que restou de nosso chão (terra). Não é você, querido, olhe minhas mãos, parecidas?. Olhos corrompidos, pausa pela mesma curiosidade que faz abelha picar nervos de osso, huahuahuahuahuahuahuahuahua... ai ai, sou tão engraçado, porém estourado, cuidado: sou gaúcho...
Ao invés de carne, coma mais soja, delícias como moranga estão com tudo em Beirutchy, já as ilhas fugi apostam nos minerais pós-modernos, babado forte...
Doce desilusão, quem está embaixo de mim? Responda dentro de 2 minutos e meio:
1
3............
4...................
5..........................
6...................................
__ Não vou esperar a próxima adivinhação, não.
A sombra dá um movimento brusco e Federico ouve barulho de metais: são cortantes, ao invés de guizos, são arames, chaves, joias guardadas dentro do pé...
__ Ai el asho q vou desmaiar...
Dolores socorre Dulce. Assim que uma perde consciência a outra aplica-lhe siririca terapêutica: o passado de raízes brancas vem à ruína: espetadas, paralisadas, arrepiadas benevolências injustiçadas, buáááá!!! Hj minha colega de trabalho falou coitado dele e o clima de vitimização capta a espinha do entrevistador: ele tenta não associar frankenstein com o choro da paz:
__ Amo você.
Corta: você ia dizer ainda bem que não fui eu, não é mesmo?.
__ A observação de Dolores deve encerrar a ânsia das línguas: nada, nada mano:
__ Mano Brown? Você é um demente, ao vento, tempo, pensamento (ar)... fica comigo (pra sempre).
__ errou no alterego.
Um pássaro dispara à fonte. Federico mediuniza todos olhos a tempo de mapear o caminho. Dulce se desenrola:
__ Achei, achei o creme.
Assim que passa antirrugas, seu rosto aveludado de bebê não me pergunta por que (svendla, tá certo?) Dulce Virgulina não dá tempo de resposta erógena, ressuscitando:
__ Ai meu Deus, ai, vixe! O que é isso? O que é isso gentchy?.
A sombra mais sociável pede que as hostis abaixem armas: eu vejo quem você é: posso me tornar um demônio, errar eternamente no mesmo erro, mas só o fato de ver essa borboleta amarela me desfalece o bigode: sombras tornam-se maiores que armas: ou seja, meu caro: por.
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31 janeiro, 2009
cilada de frutas

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13 janeiro, 2009
sorveteria fetichista
Sofisticada telepatia: Frederico tenta conter-se:
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01 janeiro, 2009
sorveteria fetichista
mas o congelamento de verbos foi um total sucesso.
Através de doce e fria urgência -na moda-, o desbloqueio tem um prazo de 20 minutos.
Com aljôfares de alisabel a escorrer do picumã, Dulce Virgulina olha pro relógio (que ganhou de presentchy...): 17h41: hora de recortar horizonte teórico de irreais paqueras.
Ela tira um lenço do bolso sem furos e com sorte acude um ensaio de nostalgia debaixo do olho esquerdo. O perfume do sabão de estrela ainda desprendia de suas nádegas mas, no mundo em que vivemos, não adianta fazer cara de desentendimento: uma das vespertinas bolhas elétricas morre na orla e ela mantém róseas raízes de ressaca libriana.
Com sombra negra a pesar nos pensamentos pela 5° vez, ela não digere atropelamento de Frederico Minuano que, reajeitando as costas na mochila, desvia do vento encanado e atravessa a av. Atlântica.
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19 dezembro, 2007
1001 utilidades
Retumbou de um jeito invasor, enquanto velozmente procurei refletir sobre o significado pessoal que ela quiçá estivesse imprimindo naquele apodo quiçá momentâneo: bordão de sucesso do esfregão de aço, lembram? Mais tarde voltei a pensar e repensar no acento de sua doce voz, emersa de fino restaurante, perto da Consolação Station. Agora estou também pensando nisso. O que será que ela quis dizer com aquilo? Às vezes adoro a companhia de celebridades, mas o olhar da Maitê Proença não é perdido e quebrado como de boi. Seu glauco vislumbre é de um respeito que procura não muito penetrar e se permite sereno perante os outros. Fora isso ela é uma coroa muito boa, enxuta, pele bem cuidada. Usava seus já manjados cabelos semi-curtos com luzes, e raízes negras talvez para dar um toque de personalidade a seu naipe de européia. De fato e de perto uma mulher muito charmosa. Deixei e-mail e telefone mas até hoje ela não entrou em contato.
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Gostei de seu papo numa entrevista no Jô - ao relatar viagens pelo mundo ela não mencionou ayahuasca que outrora fervorosamente venerou, nem daquelas tretas de respeitar a luta do Sting pela Amazônia e pelos índios. Não sei por que essa mulher deixou lembranças antes de nos conhecermos por gente. Certa vez ela viu uma luz laranja que entrou na barriga dela, segundo diálogo esotérico e meio enigmático sobre quando sua filha ainda não era concebida. Ela é dessas pessoas que despertam simpatia à distância, de maneira peculiar, sem menosprezar a inteligência alheia. Sei que ela é escritora, que já posou nua duas vezes, e sei que Sassá Mutema já a fez pensar em sua atribulada vida pessoal enquanto encarnava a professorinha Crotirde - que deixou a primeira impressão no meu coração.
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Tentei sentir o doce cheiro dos açougues que lembram a infância na terra das tempestades de verão, mas foram outros fatores que contribuiram para a reprodução de odor nostálgico como o que ela descreveu numa coluna de revista da sua emissora.
Aquariana talentosa, 100 anos à frente, estava com suas eventuais quatro amigas de mesa, todas animadas conversando sobre sei lá o quê que a fazia revirar a cabeça teatralmente perante mini-problemáticas apresentadas às esmeraldas sob sobrancelhas negras e semi-grossas. Ela fazia esse percurso condescendentemente compreensivo que acompanhei de longe, porém eles se tornaram conscientes da minha presença e cessaram. Como Proteu paralisado em meio às idéias baixo-atmosféricas ela tentou se desfazer da minha atenção, embora não me visse. Cuidadosamente me aproximei mais e mais. Já por cima do que ocorria, as amigas bebiam vinho como antas que comemoram apenas com ajuda de algum erro alheio. Sem dar atenção a essa incômoda companhia finalmente cheguei: ofereci meu produto e ela quis pagar a mais e à vista. Ofereci mais: não queria sair do encontro sendo injusto da minha parte.
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Nem mesmo no ápice da conversa: ela não mostrou os dentes em nenhum momento. Quando disse que eu era 1001 utilidades não me agüentei e mostrei os meus, mas não foi forçado, foi num momento de fraqueza, entende? Me intriga saber se ela entendeu o que meus olhos queriam dizer enquanto eu acavalava minha alegria espontânea. Ela continuou me mirando, respeitosa, iluminada por lusco-fusco ambiente que lhe caía bem no meio da escuridão confortavelmente dominada. Foi uma das únicas vezes que vi uma mulher aberta na minha frente, não tive a sensação de estar conhecendo outra parede na minha vida. Maitê me fez querer fuder com ela.
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Se eu conhecesse melhor seu trabalho, quem sabe? Se ela é dessas que gosta de ser profissionalmente elogiada, talvez me desse bem se não ficasse envergonhado. Sei das aréolas quase negras, não me lembro muito do resto, procurarei pesquisar. Acho que ela é dessas brancas que se dizem negras por dentro, a Vera Fisher uma vez disse que tinha o coração negro. Bom, talvez atores sejam 1001 utilidades, escrevam para mostrar que ainda têm cérebro e posem nus para ganhar dinheiro. Sei que Maitê já namorou um cara mais novo, Sérgio Marone, na época que ela fazia malhação com ele. Então é isso aê Maitê, um dia nos trombamos de novo por aê.
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(sustentabilidade): na hora de comprar um carro, faça um cálculo simples de qual o tamanho ideal para suas necessidades. Veículos maiores consomem e poluem mais. Modelos do tipo flex fuel estão adequados às normas de proteção ao meio ambiente. Lembre-se: prefira abastecer com etanol.

