05/02/12



Por alguns vários instantes really quis: fossem todos pro inferno. Egoesquerdismo seria apenas nuvem de palavras que a chuva derrama em 7 pratos. 7 bocarras: quem fala mais alto? Foda-se a cor desses notívagos dharmas, no meio de mim mesmo, viva yoga cabocla, sem igual. Fodam-se trabaios de amigos de amigos de amigos q nada têm com cruzes aladas (alheias). Vivam cristais na encruza, cisnes e dragões, na excruza, em amor (outro mundo, outro plano), em amor...
SER, foda-se tudo q atravanca meu SER.
Meu Nietzsche fantasma gnóstico, meu amor, sem igual.
Viva a liberdade do lobo das estepes huxleyanas, a razão do SER. Viva a verdadeira verdade, a verdadeira justicia. Orgujo e sabedoria de nosso existir.

Sim: desejei desgraça àquele punhado ignóbil de terrenos por achar justo copiar não só a mim mesmo, caminhante noturno (compadecendo outsiders), alhures, alumbrado na consciência da coincidência. Escrevi tudo nesse blog, para maiores explicassoens, y não vou narrar teclas soltas, oh! desafino púrpura...
Para maiores sugestoens, não vou abrir teclas, na entrada e saída, oh! solidão laranja...
Chame do que quiser: não mudo meu SER por uma cidade inteira de (signos) cartas aleatórias. Eu passei pelo que passei pra poder enxergar isso antes de todos. Passei por indigente, me fiz agouro. Com nojo batizei encontros, shows de compreensão, cascatas de cumprimentos. Tudo por um povo que quer me ver pelas costas, mas sorri na minha frente.
Que povo é esse que crucifica um pobre coitado, para depois adorá-lo? Que povo é esse que faz o pobre coitado sofrer as piores dores do mundo, para depois da morte santificar seus uivos? Que povo é esse que se diverte ao ver pessoas matarem semelhantes, pra salvar a si mesmas? Sim, desejei do fundo do meu coração: morte à falsa felicidade que destrói esse mundo.

Não me arrependo: com valores maiores que falso humor demiurgo, a voz da verdade significa mais, sufoca répteis do falso reflexo, humilhando silêncios não. Iluminando despautério: não me arrependo de rupturas bruscas perante laços de falso conselho, falsos amigos. Não me arrependo desses mais de cinco anos solteiro. Better the devil that you know: não me arrependo de ter deixado-me ser culturalmente colonizado por valores fúteis, já joguei o bagaço fora. Sou o que sou e nada vai me mudar. Nada mais, nesse mundo, sem igual, sufocará o meu SER. Nenhuma língua, nenhuma ong neoelitista, nenhum comentário de facebook, nenhuma praga maledetta. Nada me impede, nem a mim, nem a você, companheiro alhures. Nada impede autoencontro. Nada, nesse mundo, pode dar resposta ao que encontramos em nós mesmos, nosso verdadeiro SER, nossa verdadeira mitologia, nossa absoluta GLÓRIA do SER. Prazer livre (em harmonia, em amor)...
Over the hill, where the spirits fly...
(face à face: de perfil)
Morrer sem saber o que é o amor...

Sua vitória? Pegue a vitória e enfie no seu cu científico/religioso/político. Regozije vitória com o falso ideal que é a própria morte do SER. Eu tenho espírito em busca da verdadeira alma da verdade, do verdadeiro amor. E desejo que haja um fim, e desejo que haja luz para todos oprimidos, luz para toda verdadeira falta de hierarquias!
Queria o feliz anarquismo da rainha louca Nefertiti Iansã de copas que os chakras do meu Bukowski Anunnaki capoeirista não quisessem conectar mais nada, nesse mundo (vou me servir de mais leite).
Porém Malcon Mcdowall ainda exige transformação...
Eu preciso de espaço, preciso de respeito, preciso orgulhar-me do meu SER tão castigado, pra poder VER, really além, um além sem igual...
Ok (eu deveria ter morrido tbm...) (espírito aparelha-se para voo antes alfa, por puro nunca...)
Preciso acordar a memória de referências verdadeiras, ou total mergulho na terrível falta de existência fará de mim um SER a vonts com virada estratégica?

Tou com sono já, que bom, amanhã tenho q trampar... Boa noite: ponta de de pé no catre: Bom dia. Leio a bíblia. Genesis e Apocalipse, como sempre. Enya/ apenas prelúdio/ che guevara/ receptáculos/ rick/ sta cruz/ neurastenia/ dando close na manifestação/ matriz/ crientes/ galera correno/ loza ortopédica/ ácido h/ cogu cd nokia/ sonhei com meu avô/ conversávamos/ deixa eu criar o universo porra/ araranguá/ como fios de cabelo empurrando pedras não é respeito pelo TER suas antas/ o dragão respira/ fogo/ por um fio de cabelo que empurra/ as pedras/ 4shared tbm/ o cisne encara/ a coroa/ descascando espelho/ do lado mais sincero/ cristalino perfil/ do laço mais interno/ moro na casa da luz vermelha/ lá os livros me entendem/ melancholia/ PG (?)/ pavarotti/ ana carolina fiumes/ sabões em póqmskfojpcesilsdsdkasnczhxantcamcxzlpcespldsdk...

Ksoshsnsijpsnnsbjaçnxhsosvyssssssssssim! Todos esses que passam e acham graça. Todos que passam por cima da vontade alheia do SER. Todo exíguo poder de escolha pela verdade. Sim! Sim! Sim! Está tudo anotado, todos condenados. Gosto de olhar pra frente e ver o caminho livre, num mundo onde ninguém me force a viver a vida alheia, onde eu posso respirar em PAZ. Eu gosto de olhar pra frente e ver o caminho LIVRE. Atropelo as pessoas. Atropelo o que agride meu SER. Todos que me chamaram de louco. Todos que abriram 7 bocas pra maledizer inocentes, sem ficar de consciência pesada depois.
Joelhos, fôlego, de novo!
Descanso, postura, de novo!
Caminho livre sem antolhos, liberdade!
Todos! Todos! Tolos! Tooooodooooooosssss!!!
Ainda lembro como se sorri (escova de dentes). Ainda lembro valores de trabaio honesto, djeegno (questionários over criança page). Quando dormir equivale a descansar (hotéis araranguá) e consolo não frutifica enganos.
Do alto de uma montanha, em meu trono, sim!
Do alto dos meus 1,83m, ao retorno de saturno, sim!
Do alto nível de sonho (zebu), gargalhando, na mesma vibe que eu, no mesmo lugar (mapa) (prefeitura) (corretivo) (previsão) (trabaio) (hotel krüger) (sonhei com minha avó) (conversávamos)

FODAM-SE (falsos) direitos humanos!
FODAM-SE (falsos) seres humanos!

fodam-se
COVARDES!!!
. 




video

18/11/11

desculpe

venho por meio desta pedir desculpa à minha dentista.
saí da consulta me sentindo mal por você, desculpe se te magoei.
tudo começou com aquela atendente q confirmou horário errado e fez eu perder meu dia uma vez. Isso desencadeou minha irritação q englobou toda clínica.

sem mais...

Edson Pielechovski.

05/11/11

cândida passividade surdo-muda flutuante

ontem (arram) assisti enter the void, de Gaspar Noé. Baixei na net. Fiquei sabeno desse fiume quando zapeaav no facebook. Um cara postou foto do cartaz do fiume e tinha comentários como esse: "nota pessoal: assistir alto" (nota postador phoot). não assiti ao filme alto, mas fiquei impressionado com a fotografia, shocking colorida e tals...
Digo q ainda estou viajano em pós-melancholia (esse fiume é de 2009). Viajano na trilha (baixei tbm)... Uma das músicas (a passar numa sequência das cenas mais lindas q jah vi ...) pareceu-me muy parecida a que tocou em certas alturas de mulholland drive, mas não consigo achar mp3 desta...
Não acho que exista incentivo aos tóxicos etc. Ligo tudo à morte, à cândida passividade surdo-muda de morte espiritualmente estética, ainda assim triste...
Neste exato momeinto estou na fila do inss, com fones de ouvido (bj nilsen & stillupp steypa) (nota pessoal: baixar aquela musica syntectica, pro esquenta pré-balada alone fascinação). Existem amiogs que só go(a)stam de você "alto". Acho que seria preciso 3 enteógenos, pra exteriorizar cores não-mentais da verdadeira fantasia que acorda.
Uma vez eu vi foto de um funcionário jogando paciência enquanto idosos esperavam na fila da previdência social. Depois é proibido desacatar esse tipo de "autoridade"...

(vamos fazer amor?)

Ontem eu trampava daê chegou uma hora e senti vontade de fazer a sesta (sou descendente de espanhóis). Fui atrás dum mocó. Eu estava no mundo a muito, era urgente pegar o primeiro mato grande, e ao deitar tive sensação de conexão com aquele silêncio verde maior da restinga. Às vezes vc metafisicamente só acorda de fato depois de doce estado alfa tranquilizado (alfazemas adjacentes). Todas portas/pontas do infinito respiram possibilidades, reabre-se esperança que talvez só a juventude proporcione...
Me levanto e volto, revigorado, a perguntar se você pode responder se concorda/discorda em partes ou totalmente ou não concorda nem discorda com autoexplorassoens.

(te quiero, Paz...)

22/10/11

39

gostaria de aproveitar este espaço e agradecer meus 39 seguidores,,, se pudesse mandava uma msg especial para cada um,,, mas meu tempo anda meio corriqueiro´s atualmente.

espero q o q eu escrevo possa ajudar a vida de vcs de alguma forma...

abraços!!!

30/09/11

3 momentos

a Jerônimo..
(descanse no paraíso dos cães...).


vivo a vida de minha tia
ela está “por cima”
depois agente briga
depois o silêncio

ela constata: a burguesia fede.



vivo a vida de Kleos
ele(a) está “por cima”
depois agente briga
depois o silêncio

ele(a) constata: a burguesia fede.



vivo a vida de Filipe
ele está “por cima”
discutimos sobre a vida
depois o silêncio

ele constata: a burguesia fede.




 update (01/10) 


 
(minha mania de limpeza jah tinha começado...)   




 update (02/10) 



 ele(a)(s)                                                                                  

29/08/11

quando eu comecei a pensar

Comecei a pensar na primeira vez que fumei maconha.
Robert Plant cantava whole lotta love. Eu estava com Mortícia e Felipe Grotáceo.
A primeira coisa foi: como eu vim parar aqui? Eu não estava ali?
Só fui rir no outro dia...

Não gostei de pensar, nem de mergulhar no tempo. Porque eu era mentiroso e fingia q era phoda,,, era phoda,,, era phoda,,, era phoda (naum eh isso o que anda fazëno a geração y? mais post-drivers a caminho?)
Antes eu jah tinha imaginação, não-satânica.
As primeiras imagens a vir na minha mente foram as de uma espécie de ábaco (com bolinhas aos poucos deslizando ao sentido da extremidade contrária) e...  roleta maluca atiradora certeira de becks na boca; um muro baixo de casarão antigo, decorado com cabeças humanas, com cabelos ao vento. Eu não vejo casa ou cara, só o muro.
Notas musicas saem da boca de Robert Plant.
Demoro uma eternidade para me tapar num mar de cobertor, à luz de velas...

Depois disso mta coisa,,, mta coisa,,, mta coisa,,, mta coisa,,,  mtas otras cositas más aconteceram. E meu pensamento se acostumou a ter a morte como premissa de funcionamento. Só a morte pode (me) analisar de forma isenta.
Eu sou a morte.

24/06/11

(    )(    )(    )
(    )(    )(    )(    )(    )(    )(    )(    )(    )
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inferno dreams of you não atravessam vazio sem trazer vício.
Cruzo com pessoas do meu passado e não posso mentir: aos poucos me visto com tudo bem sobre tudo mal. Viro rosto ao quebranto, tatuo dedo médio
(na nuca)

Tudo o que eu queria era estar perto do que sobrou da minha família e descubro update: não te interessa!11.
Cada dia que passa é como se eu envelhecesse 1 mês, principalmente agora que estou sem meu cão Theo. Tive que doá-lo para que ele não fosse maltratado
(durante minha ausência)

Quebranto: depois de tentar me adaptar ao ar da sacanagem, associando "verdadeira razão de tudo", fico parado e cabisbaixo, na esquina. Me persegue um olhar misto de presunção, desejo y estranhamento. Tal campana cármica sepulta saídas para liberdade imaginativa - esta refém de arbitrariedade
(alheia)

Se isto é tá na pior, imagina o q é tá dentro dos arabescos de alteridade, florindo nojo vicário. Caio na armadilha da ridicularização
ao sorrir toda vez que há distração
(merda)

Arabescos d´alteridade: dramatizo ponto de partida dessa cousa em oficina com teatro da vertigem. Me sinto really à deriva de cascatas de nariz, arco-íris de cumprimento, horizonte de vozes, ventania de beijos...
É claro que não consigo manter o axé. Nunca consigo manter porra nenhuma na minha vida. Se ao menos pudesse viver de teatro, entre pessoas com as quais me identifico, eu iria conviver de bouwa c/ essa nuvem
(negra)

Corta: a cidade atrás dos olhos
estamira: admirável mano novo: exteriorizo: imagino: a morte
(.)